Cloração e Potabilidade

A adição de produtos da família do cloro tem sido a principal forma de desinfecção praticada nas estações de tratamento para potabilidade, dentre todas conhecidas. A cloração de água para consumo humano figura entre aqueles que mais contribuíram para a ampliação dos níveis de qualidade de vida da população mundial. Um dos indicadores mais significativos é a brusca redução do índice de óbitos em decorrência de doenças de veiculação hídrica.

No contexto da sistemática de tratamento de água, a cloração é o procedimento que inicia-se nas estações de tratamento de água, não encerrando ali seus efeitos, pois continua agindo ao longo de toda a rede de distribuição, garantindo assim o padrão de potabilidade da água para consumo humano de acordo com as Normas Exigidas, em especial a Portaria n º 518, de 25 de março de 2004.

Com base nas pesquisas e resultados obtidos vemos que a falta de observação dos limites mínimos e máximos para a cloração como método de desinfecção de água pode gerar efeitos extremamente danosos a saúde humana, maiores ainda que a própria falta de cloração, sem citar os aspectos materiais, onde temos a vida útil comprometida pela ação corrosiva do cloro.

A Proquim® desenvolveu um programa que visa sanar os principais problemas encontrados nos sistemas de cloração para potabilidade, como base nos conhecimentos obtidos nesta pesquisa, apresentamos um escopo de trabalho a seguir:

1) Fornecimento de um Sistema de Dosagem Automática vinculada a sensores de vazão, leitura de pH e/ou Cloro, incluindo a devida manutenção preventiva no equipamento (verificação volumétrica, limpeza da célula de cloro, calibração, e aferimento com proveta);

2) Fornecimento de Solução de Hipoclorito de Sódio a 10%, CLORO POTÁVEL;

3) Visitas periódicas de Inspeção e Coleta de amostras para análise;

4) Análises periódicas dentro dos métodos descritos no “Standard Methods for the Examination of Water and Wasterwater”, APHA AWWA, WEF, última edição;

5) Envio dos resultados das análises ao responsável, com as possíveis alterações e recomendações;

6) Cumprimento ao disposto nas normas da ANVISA e CONAMA;

7) Destinação adequada das embalagens vazias, evitando assim o risco de alguma responsabilização perante os órgãos de controle ambiental;

8) Treinamento ou Reciclagem da equipe responsável pelo sistema relacionado ao tratamento químico da água;

9) Fornecimento de planilha de dosagem e normas de segurança conforme a ABNT.

ProQuim

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